O Núcleo de Penafiel da Liga dos Combatentes, comemorou no dia 17 de novembro de 2023 o 105.º Aniversário do Armistício, 49.º Aniversário do fim da Guerra do Ultramar e 96.º Aniversário da Inauguração do Monumento aos mortos da Grande Guerra, situado na Praça do Município em Penafiel.
Estiveram presentes na cerimónia o Vereador Dr. Rodrigo Lopes em representação do Presidente da Câmara Municipal de Penafiel; Coronel Jocelino Rodrigues, Presidente do Núcleo do Porto, Dr.ª Helena Tavares, Juíza Coordenadora do Tribunal Judicial Comarca Porto Este; Antonino Campos em representação da Junta de Freguesia de Penafiel; Prof Joaquim Esteves Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Penafiel; Presidentes dos Núcleos da Maia e Vizela e representantes dos Núcleos do Marco de Canaveses e Vila Meã; Associações representativas da ACUP de Castelo de Paiva e APGV de Bitarães; Dr.ª Maria Carolina Santos, Vice-Presidente da Associação Penafidelense; Eng. Agostinho Gonçalves, Dr. Coelho Ferreira, Combatentes, associados e público em geral.
Após a receção aos convidados junto ao Monumento, o início da cerimónia deu-se com a deposição de coroa de flores no Monumento aos Mortos das Guerras, seguindo-se a Homenagem aos Combatentes mortos ao serviço da Pátria.
Foi lido pelo Sargento-mor Rui Bessa, o discurso do Presidente da Liga dos Combatentes, Tenente-general Chito Rodrigues efetuado no dia 11 de novembro de 2023. Seguiu-se o discurso do Presidente do Núcleo de Penafiel da Liga dos Combatentes, Sargento-mor António Araújo, que enalteceu o valor da Paz tendo sempre presente homenagear os valorosos Combatentes que morreram defendendo valores patrióticos ao longo das Guerras, lembrando que há 96 anos, os penafidelenses orgulhosamente inauguraram o Monumento aos mortos da Grande Guerra com admiração e respeito pelos seus heróis.

No seu discurso, o Presidente do Núcleo de Penafiel da Liga dos Combatentes, alerta que apesar do Governo e a Assembleia da República terem aceitado a proposta da Liga dos Combatentes para que os Combatentes, fossem considerados Titulares do Reconhecimento da Nação, muito há para se fazer nesse sentido. Os Combatentes têm procurado no tempo, com muita perseverança e determinação aguardando que lhes seja feita justiça, que o Estatuto do Antigo Combatente seja alterado; o atual apenas tem contribuído para o agravamento de desigualdades entre os Combatentes, não resolvendo os seus problemas na generalidade.
